Na vista aos enfermos, é Jesus quem nos dá o melhor exemplo de atenção aos doentes.Em várias ocasiões, o evangelho relata sua atuação assim: “percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda doença e enfermidade do povo” (Mateus 4).O evangelho fala-nos como Jesus se compadecia, da comoção interior que sentia, diante da dor humana.É famoso pela atenção aos enfermos.
O ato dos Apóstolos 9.32-34 relata-nos o primeiro Papa Pedro, visitando as comunidades cristãs, nas diversas cidades.Chegando á Lida, depara-se com um paralítico e age como um ato mais normal possível em sua vida. “Enéias, diz-lhe Jesus Cristo, te cura: levanta-te e faz tua cama”.
Enéias levantou-se e toda Lida e também Sarona foram vê-lo e ouvi-lo pregar- e converteram-se a Jesus salvador.O acontecido em Lida fez com que pessoas de Jope fossem procurar Pedro, não já para um doente, mas sim pra um morto.

A exemplo de Jesus, a igreja, a comunidade cristã sempre tiveram grande estima para com os doentes, tanto é que, no seu inicio, criaram os diáconos, com a função de prestar socorro aos necessitados, visitar enfermos na Idade Média, a igreja teve o privilégio e a incumbência de administrar obras de caridade e assistenciais, de maneira que, junto aos mosteiros e ás igrejas, eram construídos dispensários, hospitais, leprosários, orfanatos e escolas.

No século XVI, dois grandes homens, entre outros, destacaram-se na saúde: São Vicente de Paula e São Camilo de Léllis, que deu um novo impulso e humanizou o atendimento á saúde, é “o Santo protetor dos doentes” (PESSINI,1990,p.62).

Com essa maneira nova de ver o doente, não como objeto, mas como pessoa humana, define-se uma pastoral preocupada mais com os sacramentos, por isso Pastoral dos enfermos. Conforme PESSINI (1990,p48), “na Pastoral dos enfermos os sacramentos mais solicitados são: a unção dos enfermos, a Eucaristia e a reconciliação”.Ela busca mais diretamente as pessoas, os doentes e seus familiares, tentando levar-lhes, com o conforto humano e religioso diante do sofrimento, uma assistência evangelizadora e mesmo sacramental.
Assim a Igreja, no Brasil, fiel ao Mestre por meio da Pastoral do enfermo, sempre esteve presente junto aos doentes.

Porém, o marco da sistematização da assistência e , conseqüentemente, a gênese da Pastoral da Saúde podem ser assinalados no século XX, mais especificamente em 1997, após realização do I Seminário Nacional da Saúde, promovido pela CNBB, encontro que processou e desencadeou a transformação de Pastoral dos Enfermos para Pastoral da Saúde, traduzindo mudanças significativas nas relações sociais, na saúde e políticas da sociedade.

Nesse período, surgem no Brasil, os primeiros contornos de uma Pastoral que passa assumir o trato dos conflitos sociais, resultantes de um modelo produtivo desigual e explorador, que exigia respostas ás questões postas pela sociedade daquele momento. É no interior desse processo que surgem as primeiras experiências de saúde comunitária.



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É importante assinalar que na década de 80, mais precisamente em 1981, a CNBB lançou a Campanha da 

Fraternidade com o lema “Saúde para todos”, época em que o pais interior discutia a saúde do pais e a Pastoral começa colocar elementos novos no seu trabalho, não somente visitas, mas orientações de educação para a saúde e formação para as políticas de saúde.É nesse espaço que irão construir-se e organizar, em várias dioceses, a Pastoral da Saúde, que, nos próximo anos, ganhará espaços mais amplos e preciosos.
Não poderíamos deixar de salientar que este impulso novo de Pastoral de Saúde sempre esteve presente na Província Camiliana.
Nessa lógica, a Pastoral da Saúde assumiu os trabalhos não somente nos hospitais, mas em todas as instituições de saúde, nas urbanas e rurais, a domicilio, nas dimensões solidaria comunitária e político-institucional.
Em 1985, A CRB realiza mais um seminário de Saúde, em Belo Horizonte (MG), onde os religiosos militantes da área da saúde elaboraram uma carta á CNBB, para que incluísse esta Pastoral (no setor pastoral social, linha 6 e, como resposta, a CNBB faz uma convocação para o encontro em 1986).
Assim em 1986, realizou-se em Brasilia o I Encontro Nacional de Pastoral da Saúde – CNBB-CRB e é oficializada a primeira Coordenação Nacional da Pastoral da Saúde CNBB.

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